Informática Forense

Perícia Judicial em
Informática Forense

Análise de evidências digitais, recuperação de dados, perícia em sistemas, e-mails e dispositivos eletrônicos. Laudos com cadeia de custódia para processos judiciais no PR e SC.

Peritos especializados +30 laudos digitais TJPR · TJSC · TRF ISO/IEC 27037

Em quais casos a perícia em informática forense é necessária?

Se há evidência digital, fraude eletrônica ou disputa envolvendo sistemas e dados no centro de um litígio, um perito em informática forense será necessário. Veja os casos mais comuns:

Análise de Evidências Digitais

Extração e análise forense de dados em computadores, celulares, HDs e mídias removíveis. Laudo com cadeia de custódia válida para uso judicial.

Recuperação de Dados

Recuperação de arquivos deletados, mensagens apagadas, histórico de acessos e registros de sistemas para uso como prova em processo judicial.

Fraudes e Crimes Digitais

Investigação de fraudes eletrônicas, phishing, estelionato digital e acesso não autorizado a sistemas. Identificação do autor e nexo causal.

Autenticidade de Documentos Digitais

Verificação de autenticidade de e-mails, contratos eletrônicos, assinaturas digitais e documentos PDF. Detecção de adulteração e falsificação.

Perícia em Sistemas e Software

Análise de sistemas de gestão, ERPs, logs de acesso e código-fonte para apuração de desvios, falhas e responsabilidades contratuais.

Assistência Técnica

Acompanhamento da vistoria do perito judicial, elaboração de quesitos técnicos, impugnação de laudo e parecer técnico contrário.

Como funciona a perícia em informática forense

Da nomeação ao laudo, o processo segue etapas claras. Entender cada fase ajuda a parte e o advogado a se prepararem melhor.

01

Nomeação e apresentação

O juiz nomeia o perito no despacho saneador. O perito se apresenta nos autos, declara impedimentos e recebe os quesitos das partes. Nesta fase, a assistência técnica também se habilita.

02

Agendamento da vistoria

O perito agenda a data e horário com as partes, que têm direito de estar presentes (pessoalmente ou por meio de assistente técnico). O local deve estar acessível e preservado.

03

Vistoria técnica

Aquisição forense dos dispositivos com ferramentas homologadas (preservação de hash MD5/SHA), análise do conteúdo extraído com cadeia de custódia documentada e geração de relatório técnico pericial.

04

Elaboração do laudo

O perito produz o laudo com memorial descritivo, análise técnica, fundamentação normativa (NBR, ABNT, NR) e respostas objetivas a cada quesito. A ART é emitida e juntada ao laudo.

05

Esclarecimentos e impugnações

As partes podem apresentar impugnações e quesitos complementares. O perito responde por escrito. Em casos complexos, pode ser convocado para audiência de esclarecimentos.

O que está incluído no laudo pericial

Um laudo de informática forense bem elaborado vai além de fotos e descrições — precisa de fundamentação técnica que sustente a decisão judicial.

Memorial descritivo do local vistoriado
Registro fotográfico com legendas técnicas
Identificação e classificação das patologias
Análise de causa e nexo causal
Fundamentação em normas ABNT e NBR
Quantificação dos danos (quando aplicável)
Respostas objetivas a cada quesito
ART do engenheiro responsável
Glossário técnico acessível ao juízo
Conclusões e recomendações

Principais normas aplicadas

NormaAplicação
ABNT NBR 14653Avaliação de bens imóveis (partes 1 a 7)
ABNT NBR 6118Projeto de estruturas de concreto
ABNT NBR 9575Impermeabilização — seleção e projeto
ABNT NBR 15575Desempenho de edificações habitacionais
ABNT NBR 16280Reforma em edificações — sistema de gestão
ISO/IEC 27037Diretrizes para identificação, coleta e preservação de evidências digitais
CPC Art. 156–184Prova pericial no Código de Processo Civil

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Informe os detalhes do processo e entraremos em contato em até 24 horas úteis para avaliar o caso e indicar o especialista adequado.

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Perguntas frequentes

Quando é necessário um perito em informática forense?
O perito em informática forense é necessário em disputas judiciais envolvendo fraudes digitais, análise de e-mails e documentos eletrônicos, recuperação de dados deletados, crimes cibernéticos e disputas contratuais relacionadas a sistemas de informação.
Qual a diferença entre perito judicial e assistente técnico?
O perito judicial é nomeado pelo juiz e atua com imparcialidade, produzindo o laudo oficial. O assistente técnico é contratado por uma das partes para acompanhar a perícia, elaborar quesitos e, se necessário, contestar o laudo com um parecer técnico próprio. Ambos precisam ser engenheiros com CREA ativo.
Quanto tempo leva uma perícia em informática forense?
Uma vistoria simples pode ser concluída em 15 a 30 dias. Avaliações complexas com múltiplas disciplinas levam de 30 a 90 dias. Os prazos judiciais são definidos pelo juiz no despacho de nomeação e podem ser prorrogados mediante justificativa técnica.
O perito precisa ter CREA para atuar judicialmente?
Sim. O perito em informática forense precisa de registro ativo no CREA e deve emitir ART pelo laudo produzido. A ausência de ART pode ser questionada pela parte contrária e comprometer a validade do laudo perante o juízo.
Vocês atuam em quais estados?
Atuamos principalmente no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, com peritos credenciados nas principais comarcas. Para casos em outros estados, avaliamos a viabilidade conforme a complexidade e localização.

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